UMA POR DIA


Segure-se: Tony Allen quebra tudo em “Jakelewah” by umapordia
fevereiro 11, 2009, 12:00 am
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Galera, mais um som que não consegui segurar a vontade de mostrar pra vocês. Coisa de louco, mais uma africanidade no blog, o mestre dos magos, o jedi Tony Allen, co-criador do Afrobeat, desta vez no disco Homecooking, de 2003. Esse disco é f**a! Nos últimos anos, graças em grande parte à internet, rolou toda uma redescoberta do Afrobeat. Nessa de que surgem novas bandas, acho que o negócio mais difícil tem sido fazer afrobeat sem simplesmente imitar o mito Fela Kuti. E não deu outra, quem faz também sabe refazer, e Tonny Allen saiu-se, na seqüência do também ótimo Psycho on Da Bus, com essa pedrada. Afrobeat reloaded, muito bem misturado com rap, rhythm n’blues, dub, etc, mas essencialmente muuuuuito Afrobeat. E “Jakelewah” é dessas coisas que transmitem alegria e vitalidade desde a primeira nota, desde a primeira batida de um dos melhores bateristas da história, desde o primeiro riff dos metais inconfundivelmente afrobeat. Nos vocais, mandando ver ao lado de Allen (cantando em iorubá), o contagiante rhymin’ do inglês filho de nigerianos TY. Amiô, Amem, Axé! Escute a pérola aqui!!

tony-allen_homecookingGalera, más un tema que no pude contenerme en las ganas de enseñarlo a ustedes. Cosa de loco, una africanidad más en el blog, el maestro de los magos, el jedi Tony Allen, co-creador del Afrobeat, desta vez en el disco  Homecooking, de 2003. Ese disco está jo**do! En los últimos años, gracias en gran parte al internet, hubo toda una rediscubierta del Afrobeat. En eso de que surgen nuevas bandas, creo que el tema más difícil ha sido no copiar simplemente al mito Fela Kuti. Y no hubo otra, quien sabe hacer sabe tambien rehacerlo, y Tonny Allen se salió, en la secuencia del tambien excelente Psycho on Da Bus, com esta piedra. Afrobeat reloaded, muy bien mesclado con rap, rhythm n’blues, dub, etc, pero esencialmente muuuuyyyy Afrobeat. Y “Jakelewah” es de esas cosas que transmiten alegria y vitalidad desde la primer nota, desde la batida de uno de los mejores bateristas de la historia, desde el primer riff de los vientos inconfundiblemente afrobeat. En los vocales, poniendole fuego al lado de Allen (que canta en yoruba), el contagiante rhymin’ del ingles hijo de nigerianos TY. Amiô, Amem, Axé! Escuche la perla acá!!

Site de Tony Allen



Hoje é dia de “chumbo grosso”: aí vem o Mamelo Sound System by umapordia
dezembro 18, 2008, 12:00 am
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Amigos, primeiro rap do blog! Rap, hip-hop? (Não vale ter medo dessas palavras!) Bom, acho que rótulos não bastam para definir o som do Mamelo Sound System. A música escolhida é a belíssima “Bença, Balanço e Chumbo Grosso”. O rhyming contagiante de Lurdes da Luz e Rodrigo Brandão (tá aí uma excelente combinação de vozes) ganha o reforço de peso da bela CéU, que faz um sensacional cântico de inspiração afro-brasileira entre cada uma das partes (demorei para perceber que era ela; apesar de seu nome celestial, o canto vem profundo, da terra), e de ninguém menos que o ídolo nigeriano Tony Allen, lenda viva da bateria, criador, junto com Fela Kuti, do afrobeat (ouçam a batera, galera!) e hoje, além de dono de uma discografia fundamental, membro do The Good, The Bad and The Queen. O disco, Velha Guarda 22, lançado no finalzinho de 2006, foi saudado por muitos como exemplo do que deve ser um disco de hip-hop experimental. Discaço, com participações excelentes (sem falar na produção de Scotty Hard), e tributos a coisas tão importantes como os Afro-Sambas de Baden e Vinícius, o gênio musical-estelar Sun Ra, o Love Supreme do Coltrane e o poeta João Cabral de Melo Neto. Um-dois, um-dois, isso aqui não é um teste! Escute a pérola aqui!

mamelo-sound-system_velha-guarda-22[Hoy es dia de “cosa seria”: ahi viene Mamelo Sound System] Amigos, primer rap del blog! Rap, hip-hop? (No vale tenerle miedo a estas palabras!) Bueno, creo que las rotulos no son lo mejor para describir el sonido del Mamelo Sound System. La canción eligida es la bellíssima “Bença, Balanço e Chumbo Grosso” (“Bendición, Ritmo y Cosa Seria” –pasable la traduccíon?). El rhyming contagiante de Lurdes da Luz y Rodrigo Brandão (ahi está una excelente combinación de voces) se gana el refuerzo de peso de la bella CéU, que hace un inspiradíssimo cantico de inspiración afro-brasilera entre cada una de las partes  (tardé para percibir que era ella; apesar de su nombre celestial –cielo– el canto viene profundo, de la tierra), y de nadie menos que el ídolo nigeriano Tony Allen, leyenda viva de la bateria, creador, junto a Fela Kuti, del afrobeat (escuchen la bateria!) y hoy, además de dueño de una discografia fundamental, tambien integrante de The Good, The Bad and The Queen. El disco, Velha Guarda 22, sacado en el final de 2006, fue recibido por muchos como ejemplo de lo que debe ser un disco de hip-hop experimental. Discazo, con participaciones excelentes (ni hablar de la producción de Scotty Hard) y tributos a cosas tan importantes como los Afro-Sambas de Baden y Vinicius, el genio musical-estelar Sun Ra, el Love Supreme de Coltrane y el poeta João Cabral de Melo Neto. Um-dois, Um-dois, esto acá no es un test! Escuche la perla acá!

MySpace do Mamelo Sound System
Site do Mamelo Sound System




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