UMA POR DIA


Ei, “Mr. Funky Samba”, aí vem a Banda Black Rio! by umapordia
fevereiro 8, 2009, 11:31 pm
Filed under: Música do dia | Tags:

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Amigos, a semana começa no ritmo –e bota ritmo nisso!– de um clássico do funk-samba brasileiro, a Banda Black Rio, com seu super “Mr. Funky Samba”. Pra mim, é das melhores composições e arranjos que já houvi no Planeta Funk, sofisticadíssimo, coisa de gênio, escrita pelo então baixista da banda, Jamil Joanes. A pegada incrivelmente contagiante sempre me faz lembrar coisas com o “Samba Makossa” ou o “Dikalo” de Manu Dibango, desses grooves que parecem dizer “É proibido ficar parado!”, e é sem dúvida das grandes contribuições deste lindo canto do mundo para história universal do groove hehehe. Saiu no disco Maria Fumaça, de 1977, de estréia da grande banda criada pelo saxofonista Oberdan Magalhães, e que foi um dos mais exitosos grupos da música black na segunda metade daquela década, em que estouraram os bailes soul no Rio de Janeiro. Maria Fumaça é considerado todo um divisor de águas. Na formação original (um pouco diferente da que aparece na foto), o grupo contou, além dos já mencionados, com gente do quilate de Cristovão Bastos (teclados), Barrosinho (trompete), Lucio J. da Silva (trombone), Claudio Stevenson (guitarra) e Luis Carlos Santos (bateria). Abaixo, botei um ilustração sensacional que encontrei, feita pelo ilustrador Alberto Forero para a revista Waxpoetics, em que apresenta um espécie de árvore genealógica da Banda Black Rio, que teria como elementos formadores a MPB, o Soul Brasileiro, a Jovem Guarda e a Cena dos Bailes. Ficou muito bacana… Curtam, e escutem a pérola aqui!!

banda-black-rio_maria-fumaca(Hei, “Mr. Funky Samba, ahi viene la Banda Black Rio!) Amigos, la semana empieza en el ritmo –y ponele ritmo a eso!– de un clásico del funk-samba brasileño, la Banda Black Rio, con su super “Mr. Funky Samba”. Para mi, es de las mejores composiciones y arreglos que oí en el Planeta Funk, sofisticadísimo, cosa de génia, escrita por el entonces bajista de la banda, Jamil Joanes. La pegada increiblemente contagiante siempre me hace acordar de cosas como el “Samba Makossa” o el “Dikalo” de Manu Dibango, de esos grooves que parecen decir “Es proibido quedarse parado!”, y es sin duda de las grandes contribuiciones de este lindo rincón del mundo para la historia universal del groove hehehe. Salió en el disco Maria Fumaça, de 1977, estreno de la gran banda creada por el saxofonista Oberdan Magalhães, y que fué uno de los más exitosos grupos de la música black en la segunda mitad de aquella década, en que explotarón los bailes soul con epicentro en Rio de Janeiro. Maria Fumaça está considerado todo um divisor de águas. En la formación original (un poco distinta de la que está en la foto), el grupo tuvo, además de los músicos ya mencionados, a gente de la calidad de Cristovão Bastos (teclados), Barrosinho (trompeta), Lucio J. da Silva (trombón), Claudio Stevenson (guitarra) y Luis Carlos Santos (bateria). Abajo, puse una ilustración sensacional que encontré, hecha por el ilustrador Alberto Forero para la revista Waxpoetics, en la cual presenta una espécie de árbol genealóigico de la Banda Black Rio, que tendria como elementos formadores a la MPB, al Soul Brasileño, a la Joven Guardia de Roberto Carlos e a la Escena de los Bailes. Quedó muy linda… Aprovechen, y escuchen la perla acá!!

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(som baixado do Loronix)




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