UMA POR DIA


Curumin sacou tudo no “Vestido de Prata” by umapordia
maio 17, 2012, 2:56 pm
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Essa é pro meu amor, a Mariana. É a música que mais tenho cantado (pra ela) nos últimos tempos. Um lindo reggae do Curumin, “Vestido de Prata”, do álbum “Arrocha”, que acabou de sair. O cara sacou tudo da linguagem do reggae e do dub e acrescentou, sem dúvida, um pérola, com tons baianos, ao cancioneiro brasileiro do gênero. Som na caixa!

Toca aqui!

(Karoo)

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Dudu Pukwana manda brasa no “Sondela” by umapordia
maio 15, 2012, 4:33 pm
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Uma das coisas boas de estar na África do Sul, entre tantas, é mergulhar na sensacional tradição musical deste país. Há vinte anos atrás, descobri o jazz pelo som de Coltrane e, por coincidência, do grande pianista sul-africano Abdullah Ibrahim. Aqui, descobri outros ícones. O saxofonista Dudu Pukwana, que se exilou na Inglaterra nos anos 70, foi um dos grandes do jazz sul-africano, gênio que tocou do free jazz do histórico grupo Brotherhood of Breath até o fusion de seu grupo Spear. Aqui, do disco “Flute Music”, de 1974, a belíssima “Sondela” (“chegue mais perto”, em Xhosa), com The Princess (!) no inspirado vocal e outro mito da Brotherhood, Mongezi Feza, no trompete. Valeu!

Beautiful “Sondela”, by Dudu Pukwana & Spear, from the “Flute Music” (1974) album.  Cheers!

Escute/listen aqui!



O Pará não pára com Mestre Cupijó by axolotlbrasil
maio 8, 2012, 6:25 pm
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O Brasil é um dos países mais musicais do mundo, e poucos lugares no Brasil são tão musicais como o Pará. Com forte herança negra e indígena, uma longa tradição de bandas e orquestras populares e fácil acesso aos sons que vêm dos vizinhos latino-americanos e caribenhos, o Pará tem produzido desde sempre música dançante e interessante, desde o carimbó até o tecnobrega. Joaquim Maria Dias de Castro, mais conhecido como Mestre Cupijó,  nasceu em Cametá, no nordeste do Pará, onde mora até hoje, e começou a tocar clarinete aos doze anos de idade, primeiro na banda “Jazz Batuta do Ritmo” e depois na centenária Banda Euterpe (fundada em 1874), da qual seu pai era maestro e regente. Com sua formação musical, criou arranjos envenenados para o siriá e outros ritmos populares paraenses e alcançou grande sucesso na década de 70, quando gravou vários LPs. Hoje, aos 76 anos, é reverenciado pelos músicos mais jovens, que se inspiram em clássicos como o “Mambo do martelo” para gerar a música paraense de amanhã.

Escute aqui!



Some of us are more equal than others… The Souljazz Orchestra (ou: os netos de Fela) by axolotlbrasil
maio 5, 2012, 3:02 pm
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Em homenagem a Tony Allen, baterista de Fela Kuti e co-criador do Afrobeat, que se apresenta amanhã no Circo Voador no Rio, aí vai uma pérola da terceira geração do Afrobeat: “Kapital”, do excelente disco Manifesto (2008) do grupo canadense The Souljazz Orchestra. Dançante e instigante. Fela no go die!

Ouça aqui!



Voltamos!! by umapordia
maio 4, 2012, 3:54 pm
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Galera, o umapordia está de volta. Ou melhor, estamos, porque não somos mais um, mas agora quatro grandes amigos. Eu, Carlos Cuenca; Gustavo Pacheco, Adriano “Presí” de Angelis e Leo Tarifeño “DJ Tudo Bem”. Cada um botando sua mistura pessoal de músicas de que gostamos, a única definição razoável para o som vamos colocar aqui.

O dinâmica vai ser caótica, pelo menos de minha parte os textos vão ser agora muito curtos, pode ter menos de uma por dia, mais de uma por dia, áudio, vídeo, o que for. E já não vai rolar email avisando, mas podem tb acompanhar no facebook “Uma Por Dia” e no twitter “umapordia”.

Bom, pra começar, uma música que me tem feito muito bem nos últimos dias, “Si próprio”, do recém lançado Samba 808 do Wado. Esse versos “se é tudo por um triz / você prefere ter razão / ou ser feliz?” é o que há. Maravilha de som. Abração

Ouça aqui!



“Tô te explicando pra te confundir, tô confundindo pra te esclarecer…” êta, esse é o grande Tom Zé by umapordia
maio 14, 2009, 12:43 am
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Galera, muito rápido, mas vamos lá (amanhã também vai ter que ser assim), o importante é que a música seja bacana. A de hoje é dessas que eu amo com todas minhas forças, a genial “Tô”, do querido Tom Zé, do álbum todo genial Estudando o Samba, de 1976. Com certeza, uma de minhas letras preferidas. Essa não tem erro, vocês vão curtir. Abração, e escutem a pérola aqui!

Galera, muy rapido, pero ahi vamos (mañana tambien va a tener que ser asi), lo importante es que el tema sea bueno. El de hoy es uno de esos que amo con todas mis fuerzas, la genial canción “Tô” (Estoy), del querido Tom Zé, del álbum todo genial Estudando o Samba, de 1976. Seguramente, una de mis letras preferidas. No hay error posible con ese tema, les va a gustar. Abrazo grande, y escuchen la perla acá!

Site do Tom Zé



“Make the Road by Walking”, é a lição da Menahan Street Band by umapordia
maio 13, 2009, 7:59 am
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Pessoal, vou botar hoje dos sons que mais tenho escutado nos últimos meses. No ano passado, o produtor Thomas Brenneck convidou músicos de algumas das melhores bandas norte-americanas que andam explorando novos territórios do planeta groove, como o deep funk e o afrobeat, pra gravarem juntos. Reuniu músicos do Antibalas, El Michels Affair, Sharon Jones & the Dap-Kings e The Budos Band para gravarem em seu apartamento na Menahan Street, no Brooklyn, e daí saiu a Menahan Street Band e seu primeiro disco, que pra mim já nasceu clássico, o Make the Road by Walking (o título pareceria quase uma homenagem ao espanhol Antonio Machado, não é?, com seu “Caminante, no hay, se hace el camino al andar…). O disco é sensacional, tem a pegada escura e densa do deep funk, mas é todo ele super tranqüilo, meio hipnótico, muito bonito. E a faixa título, que é a que vou colocar aqui, é linda, com claras influências do Mulatu Astatke. Um beleza. Valeu, e escutem a pérola aqui!

P.S.: Embaixo tem um vídeo ao vivo dessa música. Tá muito bom!

Gente, voy a poner hoy una de las cosas que más tengo escuchado en los últimos meses. El año pasado, el productor Thomas Brenneck invitó músicos de algunas de las mejores bandas norte-americanas que vienen explotand nuevos territorios del planeta groove, como el deep funk y el afrobeat, para grabaren juntos. Reunió músicos de Antibalas, El Michels Affair, Sharon Jones & the Dap-Kings y The Budos Band para grabaren un su departamento en la Menahan Street, en el Brooklyn, y de ahi salió la Menahan Street Band con su primer álbun, que para mi ya nasció clásico, el Make the Road by Walking (el título pareceria casi un homenaje a Antonio Machado, ?no les parece?, en su “Caminante, no hay camino, se hace el camino al andar…). El disco es sensacional, tiene una pegada oscuro y densa del deep funk, pero es todo el muy tranquilo, hiptonico, con melodias poderosa, muy lindo. Y el tema título, que es el que voy a poner acá, es fantastico y tiene claras influenciais de Mulatu Astatke. Una belleza. Valeu, y escuchen la perla acá!

P.S.: Abajo sigue un video en vivo de ese tema. Está muy bueno!

MySpace da Menahan Street Band

Menahan Street Band ao vivo no Central Park, tocando “Make the Road by Walking”. É bonito de ver o público curtindo o groove tranqüilão dessa música…




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