UMA POR DIA


Recessinho by umapordia
maio 20, 2009, 11:56 am
Filed under: Outras

Amigos, precisei fazer um breve recesso no blog. Mas volto logo. Quem quiser ser avisado quando voltar (vale para os que não estão na lista), mandem seu email para o umapordia@gmail.com. Abração!

Amigos, necesité hacer una breve pausa en el blog. Pero vuelvo pronto. Los que quieran ser avisado cuando vuelva (eso vale para los que no están en la lista), manden su mail para el umapordia@gmail.com. Abrazooo!

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“Tô te explicando pra te confundir, tô confundindo pra te esclarecer…” êta, esse é o grande Tom Zé by umapordia
maio 14, 2009, 12:43 am
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Galera, muito rápido, mas vamos lá (amanhã também vai ter que ser assim), o importante é que a música seja bacana. A de hoje é dessas que eu amo com todas minhas forças, a genial “Tô”, do querido Tom Zé, do álbum todo genial Estudando o Samba, de 1976. Com certeza, uma de minhas letras preferidas. Essa não tem erro, vocês vão curtir. Abração, e escutem a pérola aqui!

Galera, muy rapido, pero ahi vamos (mañana tambien va a tener que ser asi), lo importante es que el tema sea bueno. El de hoy es uno de esos que amo con todas mis fuerzas, la genial canción “Tô” (Estoy), del querido Tom Zé, del álbum todo genial Estudando o Samba, de 1976. Seguramente, una de mis letras preferidas. No hay error posible con ese tema, les va a gustar. Abrazo grande, y escuchen la perla acá!

Site do Tom Zé



“Make the Road by Walking”, é a lição da Menahan Street Band by umapordia
maio 13, 2009, 7:59 am
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Pessoal, vou botar hoje dos sons que mais tenho escutado nos últimos meses. No ano passado, o produtor Thomas Brenneck convidou músicos de algumas das melhores bandas norte-americanas que andam explorando novos territórios do planeta groove, como o deep funk e o afrobeat, pra gravarem juntos. Reuniu músicos do Antibalas, El Michels Affair, Sharon Jones & the Dap-Kings e The Budos Band para gravarem em seu apartamento na Menahan Street, no Brooklyn, e daí saiu a Menahan Street Band e seu primeiro disco, que pra mim já nasceu clássico, o Make the Road by Walking (o título pareceria quase uma homenagem ao espanhol Antonio Machado, não é?, com seu “Caminante, no hay, se hace el camino al andar…). O disco é sensacional, tem a pegada escura e densa do deep funk, mas é todo ele super tranqüilo, meio hipnótico, muito bonito. E a faixa título, que é a que vou colocar aqui, é linda, com claras influências do Mulatu Astatke. Um beleza. Valeu, e escutem a pérola aqui!

P.S.: Embaixo tem um vídeo ao vivo dessa música. Tá muito bom!

Gente, voy a poner hoy una de las cosas que más tengo escuchado en los últimos meses. El año pasado, el productor Thomas Brenneck invitó músicos de algunas de las mejores bandas norte-americanas que vienen explotand nuevos territorios del planeta groove, como el deep funk y el afrobeat, para grabaren juntos. Reunió músicos de Antibalas, El Michels Affair, Sharon Jones & the Dap-Kings y The Budos Band para grabaren un su departamento en la Menahan Street, en el Brooklyn, y de ahi salió la Menahan Street Band con su primer álbun, que para mi ya nasció clásico, el Make the Road by Walking (el título pareceria casi un homenaje a Antonio Machado, ?no les parece?, en su “Caminante, no hay camino, se hace el camino al andar…). El disco es sensacional, tiene una pegada oscuro y densa del deep funk, pero es todo el muy tranquilo, hiptonico, con melodias poderosa, muy lindo. Y el tema título, que es el que voy a poner acá, es fantastico y tiene claras influenciais de Mulatu Astatke. Una belleza. Valeu, y escuchen la perla acá!

P.S.: Abajo sigue un video en vivo de ese tema. Está muy bueno!

MySpace da Menahan Street Band

Menahan Street Band ao vivo no Central Park, tocando “Make the Road by Walking”. É bonito de ver o público curtindo o groove tranqüilão dessa música…



Saiu o EP do disco novo da CéU, e lá vai a ótima “Bubuia” by umapordia
maio 12, 2009, 1:08 am
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Galera, uma rapidinha (porque se fosse maior não conseguiria fazer o post hoje), mas bem gostosa. Pô, imaginem minha felicidade ao entrar no Umquetenha e descobrir que acabou de sair o Cangote EP, que anuncia o segundo álbum da CéU, certamente um dos mais esperados discos do ano (por mim, claro, mas também por muito mais gente). Tá tudo lá: a produção impecável (acho que do Beto Villares), a modernidade nos arranjos e voz inconfundível  e maravilhosa da Maria do Céu (ainda que esteja rolando um estranhamento hehehe… sonoridade bem diferente do primeiro disco, mas mto bom, mto dub hehehe… só com o tempo pra comentar melhor). A música que vou botar é a ótima “Bubuia”, com participação nos vocais de Anelis Assumpção e Thalma de Freitas. Aí vai essa jóia! Escutem a pérola aqui!!

Céu CangoteEPGalera, una rapidita (porque si el texto fuera más grande no lograria hacer el post hoy) pero muy rica. Che, imaginense mi felicidad cuando entré al Umquetenha y descubri que recién salió el Cangote EP, que anuncia el segundo álbum de CéU, seguramente uno de los discos más esperados del año (por mi, claro, pero tambien por mucho más gente). Está todo ahi: la producción impecable (de Beto Villares), la modernidad en los arreglos y la voz inconfundible y maravillosa de Maria do Céu (aunque sienta un extrañamiento hehehe… sonoridad bastante diferente del primer disco, pero muy bueno, mucho dub jejeje… solo con el tiempo para comentar mejor el disco). El tema que voy a poner es la excelente canción “Bubuia”, con participacion el los vocales de Anelis Assumpção e Thalma de Freita.  Ahi va la joya! Escuchen la perla acá!!

MySpace da CéU




Muita tranqüilidade e emoção no “Céu de Brasília”, por Hamilton de Holanda by umapordia
maio 11, 2009, 8:00 am
Filed under: Música do dia

Amigos, hoje a semana começa na maior tranqüilidade, mas cheia de emoção. Vou botar um som do Hamilton de Holanda, o grande bandolinista de Brasília, radicado há alguns ano no Rio. Hamilton é um virtuoso, algo impressionante, mas o som que vou colocar é de um Hamilton bem intimista, no auge de seus poderes melódicos. A música é a belíssima versão (uma balada de jazz) para o clássico “Céu de Brasília”, de Toninho Horta e Fernando Brant, que Hamilton gravou –acompanhado de Daniel Santiago no violão, André Vasconcellos no baixo e Márcio Bahia na bateria– no álbum Música das Nuvens e do Chão, de 2006. Depois disso Hamilton já gravou diversos discos, entre eles dois excelentes com seu quinteto Brasilianos (com o acréscimo de Gabriel Grossi na gaita) e um álbum fenomenal com André Mehmari, mas escolhi o “Céu de Brasília” por todo o carinho que tenho por essa música. Valeu, e escutem a pérola aqui!

Amigos, hoy la semana empieza con gran tranquilidad, pero llena de emoción. Voy a poner un tema de Hamilton de Holanda, el gran mandolinista de Brasília, radicado hace unos años en Rio. Hamilton es un virtuoso, algo impresionante, pero el tema que voy a poner es de un Hamilton bien intimista, en auge de sus poderes melódicos. El tema es la bellisima versión (una balada de jazz) para el clásico “Céu de Brasília” (Cielo de Brasília), de Toninho Horta y Fernando Brant, que Hamilton grabó –acompañado de Daniel Santiago en la guitarra, André Vasconcellos en el bajo y Márcio Bahia en la bateria– en el disco álbun Música das Nuvens e do Chão, de 2006. Depois de eso Hamilton grabó ya varios otros discos, entre ellos dos excelentes con su quinteto Brasilianos (con el acrescimo de Gabriel Grossi en la gaita) y un álbun fenomenal con André Mehmari, pero elegi el “Céu de Brasília” por todo el cariño que tengo por ese tema. Valeu, y escuchen la perla acá!

Site de Hamilton de Holanda



Pra fechar a semana, “Luiza Manequim”, o suingue clássico do Abilio Manoel by umapordia
maio 8, 2009, 8:07 am
Filed under: Música do dia

Galera, classicozão pra alegrar o fim-de-semana. Samba-rock super-contagiante, é possível que já tenham escutado em alguma festa por aí. O cara é o Abilio Manoel. Nasceu em Portugal e veio ainda criança pro Brasil. No final dos 60, época dos festivais, começou a gravar e ganhou o I Festival Universitário da Canção Latino-Americana (Chile, 1968) e o II Festival Universitário de Música Popular Brasileira, promovido pela TV Tupi (1969), com o sucesso “Pena Verde”, e participou nos anos seguintes famosos dos Festivais Internacionais da Canção. Talento puro, o cara transitou e aliou universos apenas aparentemente tão distantes como a jovem guarda que tava no apogeu quando ele começou e o samba-rock que vinha nascendo. O som que vai rolar é a fantástica “Luiza Manequim”, música maravilhosa, a letra é fantástica (“não sei porque que você não me olha, Luiza Manequim, mexendo comigo e não liga pra mim…”), arranjos de metais impressionantes (as linha de sopros dá um dos melhores loops que já vi). Saiu no disco Entre Nós, de 1972. Valeu, bom fim-de-semana, até segunda, e escutem a pérola aqui!!

Galera, gran clásico para alegrar el fin de semana. Un samba-rock super-contagiante, es posible que ya lo hayan escuchado en alguna fiesta por ahi. El tipo se llama Abilio Manoel. Nació en Portugal y vino todavia de niño para Brasil. En el final de los 60, época de los festivais, empezó a grabar y ganó el I Festival Universitário de la Canción Latino-Americana (Chile, 1968) y el II Festival Universitário de Música Popular Brasileira, promovido por la TV Tupi (1969), com el éxito “Pena Verde”, y participó en los años siguientes de los famosos Festivales Internacionales de la Canción. Talento puro, el tipo transitó entre alió universos apenas aparentemente distantes como la joven guardia que estava en sua apogeo cuando empezó y el samba-rock que venina naciendo. La canción que vamos a escuchar es la fantástica “Luiza Manequim”, tema maravilloso, letra fantástica (no sé porque que no me miras, Luiza Manequim, me jodes pero no me llamas…”), arreglos de vientos impressionantes (la linea de vientos dá uno de los mejores loops que ya vi). Salió en el Entre Nós, de 1972. Valeu, buen fin de semana, hasta el lunes, y escuchen la perla acá!!

Site de Abilio Manoel



É pra balançar quadris com o groove jazzeiro do The RH Factor by umapordia
maio 7, 2009, 7:53 am
Filed under: Música do dia | Tags:

Galera, sou fanzão deste som! Em 2003, o grande trompetista de jazz Roy Hargrove lançou um projeto novo, o grupo The RH Factor, no qual se dedicou a gravar funk e soul de uma maneira muito jazzy. Na comunidade jazzeira o resultado foi algo controverso –alguns viram o som do grupo como uma traição do Hargrove em favor do pop–, mas, deixando o purismo de lado e as polêmicas que sempre surgem quando o universos do jazz e do pop se aproximam, o som do RH Factor é do caramba. O som que vou botar vem do terceiro e até agora último disco do grupo, o Distractions, de 2006. E a música é a alegre “Crazy Horse”, um funk-soul lentinho, super-contagiante, que, como em todo o trabalho do RH, tem naipes de metais e solos de trompete absolutamente deslumbrantes. Ah, a voz é da divina Renee Neufville. Vamos lá, escutem a pérola aqui!

Galera, soy un gran fan de este sonido! En 2003, el gran trompetista de jazz Roy Hargrove lanzó un proyecto nuevo, el grupo The RH Factor, en el cual se dedicó a grabar funk y soul de una manera muy jazzy. En la comunidad jazzera el resultado fué algo controvertido –algunos vieron la musica del grupo como una traicion de Hargrove en favor del pop–, pero, dejando el purismo de lado y las polemicas que siempre aparecen cuando los universos del jazz y del pop se aproximan, la musica de RH Factor está muy buena. El tema que voy a poner viene del tercer y hasta ahora último disco del grupo, el Distractions, de 2006. El tema es alegre “Crazy Horse”, un funk-soul lento, super-contagioso, que, como en todo el trabajo de RH, tiene naipes de metales y  solos de trompeta absolutamente deslumbrantes. Ah, la voz es de la divina Renee Neufville. Vamos que vamos, y escuchen la perla acá!




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