UMA POR DIA


Egberto Gismonti na/en Argentina by umapordia
março 31, 2009, 3:52 pm
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Galera, notícia de primeira mão: a AV Producciones & Management, da amiga Alejandra Villarreal, freqüentadora do blog, vai trazer o grande mestre Egberto Gismonti, acompanhado pelo filho (fera) Alexandre, para uma turnê pela Argentina em maio. Tô radiante, inclusive porque o UMAPORDIA teve uma mãozinha nisso hehe. Salve! E, por favor, ajudem a divulgar! Lá vai a programação dos shows:

Galera, noticia nuevita: la AV Producciones & Management, de la amiga Alejandra Villarreal, frecuentadora del blog, va a traer al gran maestro Egberto Gismonti, acompañado por su hijo (capo) Alexandre, para una gira por Argentina en mayo. Estoy muy feliz, incluso porque UMAPORDIA tuvo una manito en eso jeje. Salve! Y, por favor, ayuden a difundir la información! Ahi va la programación de los conciertos:

8/5 – Rosário (Santa Fe), Fundación Astengo
9/5 – Córdoba (Córdoba), Teatro Libertador
10/5 – Resistencia (Chaco), Teatro Guido Miranda
11/5 – Buenos Aires (Capital Federal), Gran Rex



A benção Moacir Santos, que não és um só, és tantos… by umapordia
março 31, 2009, 12:57 am
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Galera, sou infiel aos meus grandes amores musicais: às vezes abandono Tom, Hermeto ou Pixinguinha por meses a fio. Mas com Moacir Santos isso nunca aconteceu. Acho que a “redescoberta” de Moacir — obra de Mario Adnet e Zé Nogueira, que produziram o incrível Ouro Negro, em 2001 — foi dos melhores presentes que a música brasileira poderia ter dado a si mesma. Para muitos músicos jovens foi como achar um elo perdido, uma ponte profunda e sofisticada com a África (Moacir é um verdadeiro “irmão de som”, como diria o Hermeto, do sul-africano Abdullah Ibrahim e do etíope Mulatu Astatke). Acho que muitas idéias musicais que andavam na cabeça de uma galera muito boa passaram a fazer sentido com o retorno do maestro (difícil não senti-lo em certos arranjos dos discos do 3 na Massa e Céu, por exemplo, ou na música do Gabriel Improta). Ainda dei a sorte, pouco depois da revelação do Ouro Negro, de conhecer no México, onde morei um tempo, um colecionador que me passou todos os discos do mestre. Pouco depois, o fera que nos deu o clássico Coisas, em 1965, conseguiu gravar ainda, no final de sua vida, o lindo Choros & Alegria (2005), de onde saiu a pérola de hoje. “Carrossel” é, sei-lá, um afoxé-jazz ou algo assim. Tranquilidade e beleza em forma de música. A arte de fazer muito com pouco, e o sax barítono e soprano de Teco Cardoso e Zé Nogueira se entrelaçando com os vocalises de Moacir e Muiza Adnet numa das melodias mais bonitas que já escutei. A benção, maestro Moacir Santos! Escutem a pérola aqui!!

moacir-santos-choros-alegriaGalera, soy infiel a mis grandes amores musicales: a veces abandono a Tom, Hermeto o Pixinguinha por muchos meses. Pero con Moacir Santos eso nunca pasó. Creo que la “redescubierta” de Moacir — obra de Mario Adnet y Zé Nogueira, que producieron el increíble Ouro Negro, en 2001 — fué de los mejores regalos que la música brasileña podria haber hecho a si misma. Para muchos músicos jovenes fué como encontrar el elo perdido, un puente profundo y sofisticado con África (Moacir es un verdadero “hermano de sonido”, como lo diria Hermeto, del sudafricano Abdullah Ibrahim y del etíope Mulatu Astatke). Creo que muchas ideas musicales de andaban en la cabeza de una gente muy buena pasaron a hacer más sentido con la vuelta del maestro (difícil no sentirlo en algunos arreglos de los discos de 3 na Massa y de Céu, por ejemplo, y en la música de Gabriel Improta). Todavia tuve suerte, poco despues de la revelación que fué Ouro Negro, de conocer en México, en donde viví unos meses, un colecionador que me pasó todos los discos del maestro. Unos años despues, el capo que nos dió el clásico Coisas, en 1965, logró grabar todavia, en el final de su vida, el lindo Choros & Alegria (2005), de donde sale el tema de hoy. “Carrossel” es, yo que sé, un afoxé-jazz o algo assi. Tranquilidad y belleza en forma de música. El arte de hacer mucho con poco, y el saxo barítono y soprano de Teco Cardoso y Zé Nogueira se entrelazando con los vocalises de Moacir e Muiza Adnet en una de las melodias más lindas que ya escuché. A benção (bendición), maestro Moacir Santos! Escuchen la perla acá!!



Direto da casa do Mosaico: “Tantas Flores”, do grupo Ojos de Brujo by umapordia
março 31, 2009, 12:55 am
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(Contribución de Valeria De Caprio, do blog Mosaico) Esta semana la perlita se queda en casa (o por lo menos en la casa de Mosaico, en Barcelona). Los Ojos de Brujo, grupo barcelonés de referencia en lo que se refiere a la música de fusión, tienen nuevo disco en la calle. Se trata de Aocaná (2009), el cuarto disco en la carrera de la banda, que trae mucho de rumba dub style, sonidos de hip hop flamenquillo y algunos toques de son cubano. El tema elegido es Tantas Flores. Escuchen la perla acá y el podcast “Especial Lenine y Ojos de Brujo” acá!!

(Contribuição de Valeria De Caprio, do blog Mosaico) Esta semana a perolazinha fica em casa (ou, pelo menos, na casa do Mosaico, em Barcelona). O Ojos de Brujo, grupo barcelonês de referência em matéria de música de fusão, está com novo disco na rua. Se trata de Aocaná (2009), o quarto na carreira da banda, que traz muito de rumba dub style, sons de hip hop flamenco e alguns toques de son cubano. A música escolhida é “Tantas Flores”. Escutem a pérola aqui e o posdcast “Especial Lenine e Ojos de Brujo” aqui!!

Site do Ojos de Brujo

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Contribuição de Valéria De Caprio, do programa e blog Mosaico

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Dobradinhas campeãs… by umapordia
março 30, 2009, 7:59 pm
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Baden e Vinícius inventam a música escura brasileira no deslumbrante “Canto de Xangô” by umapordia
março 30, 2009, 2:40 am
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Amigos, não sei se é possível exagerar a importância dos Afro-sambas (1966) na história da música brasileira. Num período em que o samba e a bossa nova, tão centrados no Rio, já tinham sido transformados em gêneros “brasileiros” por excelência, esse álbum — junto com outros como Coisas, do Moacir Santos, ou Edu Lobo por Edu Lobo, ambos de 1965 — acabou tendo papel fundamental ao legitimar a incorporação de uma estética bem mais diversificada ao cânone musical do período. Piro também com a influência que sinto que tem sobre grandes músicos brasileiros de hoje. Não consigo imaginar, por exemplo, sons como o do Nação Zumbi e do Curumin sem uma forte herança de Jorge Ben e dos afro-sambas. E o “Canto de Xangô” (“Eu vim de bem longe, eu vim, nem sei mas de onde é que eu vim / Sou filho de rei muito lutei para ser o que eu sou) é dos melhores exemplos dessa estética escura e densa criada pelos gênios Baden e Vinicius! Salve! E escutem a pérola aqui!!

Amigos, no sé si es posible exagerar la importancia de los Afro-sambas en la historia de la musica brasileña. En un periodo en que el samba y la bossa nova, tan centrados en Rio, ya se habian transformado en generos “brasileños” por excelencia, ese álbum — junto a otros como Coisas, de Moacir Santos, o Edu Lobo por Edu Lobo, ambos de 1965 — acabó teniendo un rol fundamental al legitimar la incorporación de una estética mucho más diversificada al canón musical del período. Me admiro siempre tambien de la influencia que siento que ese disco tiene sobre grandes músicos brasileños de hoy. No puedo imaginar, por ejemplo, música como la de Nação Zumbi o Curumin, por ejemplo, sin una fuerte herencia de Jorge Ben y de los afro-sambas. Y el “Canto de Xangô” (“Eu vim de bem longe, eu vim, nem sei mas de onde é que eu vim / Sou filho de rei muito lutei para ser o que eu sou) es de los mejores ejemplos de esa estética oscura y densa creada por los genios Baden e Vinicius! Salve! Y escuchen la perla acá!!



Toda a graça de Roberta Sá em “Alô fevereiro” by umapordia
março 27, 2009, 3:17 am
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Galera, a pedida hoje é uma das ótimas novas cantoras da música brasileira. Roberta Sá lançou, em 2007, seu segundo disco, Que belo estranho dia pra se ter alegria. Muito bonito, só confirmou o talento que já tinha mostrado no Braseiro, de 2005 (ela entrou no meu radar com ótima versão de “A vizinha do lado”, do Caymmi). Nascida no Rio Grande do Norte, cresceu entre seu estado natal, o Rio e o Ceará, e é hoje todo um patrimônio carioca. Quem já viu a moça no palco pôde ver a graça que desfila tanto em clássicos da música brasileira (muuuito samba) como num muito bem escolhido repertório de jovens compositores . A música que escolhi é uma pérola perdida, o  “Alô fevereiro”, do saudoso Sidney Miller, maxixe belíssimo, destaque pro sax e pra flauta do querido amigo Eduardo Neves. Escutem a pérola aqui!! Bom fim-de-semana pra todos, e voltem segunda que vai ter algo especial!!

Galera, la pedida hoy es una de las excelentes nuevas cantantes de la música brasileña. Roberta Sá sacó, em 2007, su segundo disco, Que belo estranho dia pra se ter alegria. Muy lindo, solo confirmó el talento que ya habia enseñado en Braseiro, de 2005 (ella entró en mi radar con excelente versión de “A vizinha do lado”, do Caymmi). Nascida en Rio Grande do Norte, creció entre su estado natal, Rio y Ceará, y hoy es todo un patrimonio carioca. Quien ya vió la chica pudo ver la gracia que desfila en clasicos de la musica brasilena (muchos sambas) y en un muy bien elegido repertorio de compositores jovenes. El tema que elegi es una perla perdida, el “Alô fevereiro”, del “saudoso” Sidney Miller, maxixe bellísimo, con destaque para el saxo y flauta del querido amigo Eduardo Neves. Escuchen la perla acá!! Buen fin de semana para todos y vuelvan el lunes que va a haber algo especial!!

Site de Roberta Sá



Baixou Coltrane na gafieira: escute as “Teclas Pretas” de Humberto Araújo by umapordia
março 26, 2009, 1:10 am
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Amigos, só posso chamar o som de hoje de “choro endiabrado” hehe. Me amarro nesse som. O saxofonista e arranjador Humberto Araújo gravou, em 2003, um disco impecável, o Choro Criolo. O disco abre com o clássico “Teclas Pretas”, de Paschoal de Barros. Homenagem aos mestres do sax brasileiro, essa versão é algo impressionante. Baixou Coltrane no choro, amparado por um big band de gafieira da pesada! Se a gravação original (acho), dos Chorões (discaço do Zé Bodega, Abel Ferreira, Raul de Barros, Altamiro Carrilho, Radamés Gnattali, Porfirio Costa, etc.) já era sensacional, esta então… Gosto tanto que durante um tempo até tinha ele na secretária eletrônica do meu celular hehehe. Escutem a pérola aqui!

Amigos, solo puedo llamar el tema de hoy de “choro endiablado” jeje. Me encanta. El saxofonista y arreglador Humberto Araújo grabó, en el 2003, un disco impecable, el Choro Criolo. El disco empieza con el clásico “Teclas Pretas”, de Paschoal de Barros. Homenaje a los maestros del sax brasileño, esa versión es algo impresionane. Bajó Coltrane en el choro, amparado por una big band de gafieira que es lo mejor! Se la grabación original (creo), de los Chorões (discaço do Zé Bodega, Abel Ferreira, Raul de Barros, Altamiro Carrilho, Radamés Gnattali, Porfirio Costa, etc.) ya era sensacional, esta entonces… Me gusta tanto que durnte algun tiempo hasta la tuve en la contestadora de mi móvil jejeje. Escuchen la perla acá!




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